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Escritório expande atuação na equidade de gênero no ambiente de trabalho

Saiu no site MIGALHAS

 

Veja publicação original:  Escritório expande atuação na equidade de gênero no ambiente de trabalho

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Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques Sociedade de Advogados aderiu recentemente ao Equal Representation in Arbitration.

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O escritório Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques Sociedade de Advogados deu mais um passo no sentido de fortalecer a equidade de gênero no ambiente de trabalho. A banca aderiu recentemente ao Equal Representation in Arbitration (ERA Pledge), compromisso elaborado pela Comunidade de Arbitragem, em 2015, com o intuito de aumentar, em igualdade de oportunidades, o número de mulheres nomeadas como árbitros. O compromisso em arbitragem é resultado de um esforço colaborativo entre representantes globais de entidades empresariais, Estados, instituições arbitrais, profissionais de arbitragem e acadêmicos, cujos principais objetivos traçados são “melhorar o perfil e a representação das mulheres na arbitragem” e “nomear mulheres como árbitras em igualdade de oportunidades”.

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A adesão ao ERA Pledge ocorre logo depois de o escritório participar do “Women’s Empowerment Principles” (WEP), da ONU, que estabelece sete princípios a serem adotados pelas empresas que se comprometem com a causa feminina. Entre os princípios do WEP estão “estabelecer liderança corporativa de alto nível” e “promover a educação, capacitação e desenvolvimento profissional das mulheres”.

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A atuação voltada à equidade de gênero pela banca começou com a formação, em 2016, do Comitê Manesco Mulher com o objetivo de discutir e implementar ações voltadas ao tratamento igualitário entre os profissionais em todas as áreas do escritório. O Comitê passou a ser permanente em 2018, com ações e discussões voltadas à equidade de gênero e ao empoderamento feminino. O grupo implementou, desde o início, uma série de políticas como o apoio às mulheres no contexto da amamentação e aleitamento; aprimoramento das licenças maternidade e paternidade; flexibilização de horários, entre outros.

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Reunião do Comitê Manesco Mulher em dezembro de 2018. Da esquerda para a direita: Kelly Ribeiro Félix de Souza, Maís Moreno,

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Fernanda Esbizaro Rodrigues Rudnik, Marina Fontão Zago, Mariana Magalhães Avelar e Silvia de Souza.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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