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Demi Moore revela estupro aos 15 anos

Saiu no site REVISTA  CLAUDIA

 

Veja publicação original:   Demi Moore revela estupro aos 15 anos

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Atriz americana diz que sua mãe recebeu 500 dólares do homem que a atacou.

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Por Ana Claudia Paixão

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A autobiografia de Demi MooreInside Out (De Dentro Para Fora) vem repleta de revelações chocantes: traições, dependência de remédios, overdose de drogas e violência sexual. A atriz revelou hoje (23) em um programa de entrevistas na TV americana, Good Morning America, que ela foi violentada quando tinha apenas 15 anos. E que sua mãe, alcoólatra, recebeu 500 dólares do homem que a atacou.

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“Foi estupro e uma traição devastadora que descobri quando o homem que me violentou cruelmente perguntou: ‘Como se sente sendo prostituída por sua mãe por 500 dólares?’”, relata a atriz de Ghost.

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Durante a entrevista à jornalista Diane Sawyer, Moore diz que mesmo traumatizada não acredita que sua mãe tenha sido intencionalmente criminosa uma vez que a transação não foi clara, mas que proporcionou ao homem acesso à filha e a pôs em perigo.

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No livro, que chega às lojas amanhã (24) nos Estados Unidos, a atriz conta como foi para Hollywood sem nenhum tostão para tentar a sorte, contando apenas com a confiança de que não tinha nada a perder. E tinha razão:  em poucos anos virou estrela de TV após entrar para o elenco da novela General Hospital. Aos 19 anos, a fama colaborou para uma vida de festas, bebidas e drogas, que logo saiu do controle.  Antes de estrelar O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas, em 1985, ela foi obrigada a passar por uma reabilitação. Conseguiu ficar sóbria até os 40 anos, mas voltou ao vício depois do casamento com Ashton Kutcher. Ela celebra duas décadas de sobriedade agora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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