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Coordenação de Políticas para a Mulher participa de Seminário Internacional sobre saúde do adolescente

Saiu no site JUSTIÇA E CIDADANIA SP

 

Veja publicação original:  Coordenação de Políticas para a Mulher participa de Seminário Internacional sobre saúde do adolescente

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A Coordenação de Políticas para a Mulher, da Secretaria da Justiça e Cidadania, participa nesta segunda-feira (26) do IX Seminário Internacional de Boas Práticas em Saúde do Adolescente nas Américas e do IV Fórum sobre Planejamento Reprodutivo realizados no Centro Integralidade do IAMSPE, na zona sul da capital.

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O evento, que acontece até às 17h, é promovido em parceria com o Instituto Brasileiro de Ação Responsável e com o Programa Saúde do Adolescente do Estado de São Paulo.

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Entre os assuntos debatidos no evento estão “Boas Práticas em Saúde dos Adolescentes nas Américas”; Violência e Feminicídio e Planejamento Reprodutivo e Cases de sucesso com os Larcs, métodos de contracepção de longa duração reversível.

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O secretário da Justiça e Cidadania enviou uma mensagem de encorajamento a todos os palestrantes e participantes do Seminário e afirmou que a Secretaria da Justiça é defensora dos temas que serão debatidos durante o encontro internacional.

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“O governador João Dória tem um compromisso com o jovem e com o Brasil grande”, salientou. “Trabalhamos para oferecer políticas públicas voltadas para aqueles que precisam efetivamente de apoio e do auxílio do Estado”, garantiu. “Estamos comprometidos com as políticas e as ações que serão resultantes desse importante seminário”, finalizou o secretário da Justiça.

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A saúde do adolescente e da mulher é prioridade nas agendas de Governos que têm como meta estabelecer políticas, programas e ações que promovam o devido cuidado e acolhimento aos adolescentes e às mulheres, em consonância com acordos nacionais e internacionais sobre o tema.

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O evento tem como propósito promover o intercâmbio de experiências exitosas na área de saúde, buscando contribuir para o aprimoramento e o fortalecimento das políticas e serviços de atenção integral à saúde de adolescentes e de mulheres, no Brasil e nas Américas.

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“O fato de nos juntarmos para tratar de assuntos tão relevantes é imprescindível. É importante sonhar. O sonho garante que possamos modificar esse País e garantir o SUS, a Constituição, a igualdade e os direitos”, afirmou a coordenadora da Coordenação de Políticas para a Mulher, Albertina Duarte Takiuti.

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O Seminário pretende facilitar a interlocução entre governo, profissionais de saúde, academia e sociedade civil, com o objetivo de construir uma agenda de ações propositivas para a promoção e para o fortalecimento da atenção integral à saúde dos adolescentes e das mulheres.

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Assessoria de Comunicação

Secretaria da Justiça e Cidadania
Email: justica@justica.sp.gov.br
Tel.: (11) 3291-2612

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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