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Consultoria publica estudo sobre violência contra a mulher no Brasil

Saiu no site Senado:

A Consultoria do Senado publicou o estudo “Análise da violência contra as mulheres no Brasil“. O objetivo dos autores — Roberta Viegas e Silva, Roberta Gregoli e Henrique Marques Ribeiro — é, a partir do diagnóstico de particularidades regionais e locais, subsidiar a atuação do governo e a vigilância da sociedade para combater o problema. Em entrevista à Rádio Senado, Roberta Gregoli destacou situações como a de Roraima, onde o número de mulheres indígenas assassinadas é 50% maior em comparação com as outras etnias somadas. O estudo é resultado do trabalho do Observatório da Mulher contra a Violência, criado pelo Senado em 2016 a partir de uma proposta da senadora Simone Tebet (PMDB-MS). Ouça a entrevista ao jornalista Adriano Faria.

 

 

 

 

 

Publicação Original: Consultoria publica estudo sobre violência contra a mulher no Brasil

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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