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Confira o 2° episódio da rádio-série: Lei Maria da Penha, dando um basta na violência

Saiu no site EBC

 

Veja publicação original:   Confira o 2° episódio da rádio-série: Lei Maria da Penha, dando um basta na violência

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Produção das Rádios EBC é reapresentada em homenagem ao Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra a Mulher

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Durante a semana do Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra a Mulher, as Rádios EBC reapresentam a rádio-série “Lei Maria da Penha, dando um basta na violência”.

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No segundo episódio, você vai conhecer a estória da Vanessa, que por ter um namorado ciumento e possessivo, passou por um relacionamento doentio.

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Os episódios estão indo ao ar em toda a programação da Rádio Nacional da Amazônia (OC) e de Brasília (AM).

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Confira o episódio A 100 metros de Distância clicando no player acima.

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Ouça aqui o primeiro episódio: Palavra que Fere

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Ficha Técnica:

Personagens e intérpretes: Vanessa (Sula Sevillis), Caio (Carlos Moreira),  Roberta (Marina Couto), Henrique (Célio Antônio), Delegada (Mariane Portela), Rita ( Kelen Sumier), Carlinhos ( José Nery) e Ester (Beth Begonha).

Narração: Artemisa Azevedo

Apresentação: Clemente Drago

Produção e Direção: Artemisa Azevedo

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LEI MARIA DA PENHA – CAPÍTULO II

DAS FORMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER

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Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras: Ver tópico (84830 documentos)

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– a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal; Ver tópico (35654 documentos)

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II – a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;

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Em caso de denuncias: Disque 180.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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