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Como era a vida das mulheres no Irã antes da Revolução Islâmica

Saiu no G1

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“Vi muitas fotos da minha avó usando véu ao lado da minha mãe com minissaia, as duas vivendo em harmonia, antes da revolução.”

Quem recorda é Rana Rahimpour, apresentadora iraniano-britânica do Serviço Persa da BBC. E esse tipo de lembrança não se restringe à sua família.

No Irã, antes da Revolução Islâmica de 1979, não existia o rigoroso código de vestimenta que atualmente obriga as mulheres, por lei, a usar véu e roupas “islâmicas” modestas.

“O Irã era um país liberal. As mulheres podiam usar a roupa que quisessem”, conta Rahimpour.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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