HOME

Home

Como é ser mulher e skatista

Saiu no site DIÁRIO DO LITORAL

 

Veja publicação original: Como é ser mulher e skatista

.

Skatista e influenciadora Fernanda Creazzo fala sobre como as mulheres tem despontado e conquistado espaços relevantes em um mundo predominantemente masculino

.

Depois dos resultados do Oi Stu Open as mulheres estão conquistando o Mundo. Sonhos estão sendo realizados e as mulheres dentro do skate estão mostrando que tem nível, força, garra e superação, conquistando espaço em um mundo que era predominantemente masculino.

.

Dentre os expoentes femininos do esporte, está a skatista e influenciadora digital Fernanda Creazzo. Conhecida no meio dos skatistas como “Mafê”, a ruiva tem feito do esporte e de suas realizações um modo de realizar ações de justiça social, de empoderamento e de inclusão: “é importante conquistarmos espaços e termos mais lugar de fala numa sociedade tão machista. Sou grata a todos os movimentos feministas que desafiaram o mundo público, que lutaram pelas suas propostas, pois tudo o que temos hoje como mulher e cidadãs são em resposta à luta que viemos enfrentando após anos e atribuindo as gerações”.

.

Fernanda comenta sobre como as mulheres tem conquistado cada vez mais seu espaço e do sentimento que isso lhe traz: “Todas nós defendemos às causas que nos dão direito a liberdade de expressão, contra a violência doméstica, abuso e assédio sexual e a liberdade, e levantamos essa bandeira com nossas conquistas no esporte. Ver a Rayssa Leal dividir o pódio com Letícia Bufoni e Pamela Rosa foi emocionante. A gente que vê a trajetória dessa minas que lutam desde pequena pra chegarem aonde estão chegando, é muito envolvente assisti-las e ao mesmo tempo motivador, porque cada uma tem uma história e eu participei de algumas dessas histórias, de perto e de longe”.

.

A influenciadora afirma que muitas mulheres tem buscado a prática desportiva graças ao exemplo de mulheres pioneiras: “Muitas mulheres me procuram pra andar de skate. Eu sou de um grupo de mulheres que anda de skate na Ladeira do Museu do Ipiranga e no parque do Ibirapuera. Instruo mulheres que estão começando no skate e as meninas do meu grupo orientam as que já andam e querem melhorar sua performance nas manobras para campeonatos. É muito positivo ser uma inspiração e uma mentora para as que se aproximam”.

.

As mulheres vem conquistando espaço, e isso na opinião de Fernanda Creazzo é apenas o começo: “As Crew entre mulheres vem crescendo e vejo todas se apoiando e incentivando umas às outras à prática do esporte com eventos sociais e clínicas de skate. É apenas o começo”, conclui.

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME