HOME

Home

Como é a guarda compartilhada dos filhos no período de quarentena

Saiu no site Abril Bebê

Veja a publicação original: Como é a guarda compartilhada dos filhos no periodo de quarentena. 

 

 

 

A medida de distanciamento social para combater a proliferação do novo coronavírus continua valendo em todo o país. Se esse período em casa já exige cuidados extras para as famílias com pais casados, ele pode ser ainda mais complicado para os divorciados, que mantêm a guarda compartilhada do filho e precisam pensar em estratégias para continuar vendo o pequeno, mas expondo-o o menos possível.

Nestes casos, será que o regime de convivência deve ser alterado? Existe alguma lei que decida sobre a guarda da criança em casos excepcionais, como o da pandemia? E se não houver consenso, como proceder?

Antes de responder tantas dúvidas, é importante esclarecer o propósito do regime de convivência, que atua em função do bem-estar do pequeno. “O regime de convivência é muito mais um direito da criança de conviver com ambos os genitores de forma sadia, como prevê o artigo 227 da Constituição Federal, do que um direito dos pais em si”, explica Marcelo Santoro, professor de Direito da Família da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio. Por isso, segundo ele, o ideal é que se busque proteger a criança.

Para que isto aconteça, o advogado sugere que os adultos realizem acordos parciais, para que o baixinho fique menos exposto na rua e as chances de contágio sejam minimizadas. “Em vez de buscar o filho terça, quinta-feira e em finais de semana alternados, ele pode ficar na casa de um dos pais durante a semana inteira, por exemplo”, aconselha ele.

De lá pra cá: como transportar

Neste movimentação da criança de uma casa para outra, alguns cuidados devem ser tomados para protegê-la da contaminação. “É recomendado fazer o uso da máscara de pano ou de algodão, e lavá-la diariamente”, aponta a Dra. Loretta Campos, pediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria. Saiba mais sobre os cuidados com a máscara.

“Ao chegar da rua, o ideal é tirar os sapatos e colocar os objetos que não serão usados em uma caixa específica que fique perto da saída. Os objetos que forem ficar dentro de casa, devem ser de preferência higienizados com álcool 70%. Se a criança andou na rua, o melhor é trocar a roupa ou tomar um banho. Caso ela tenha sido levada no carrinho ou no bebê conforto, os pais podem lavar a parte de dentro com uma solução de um copo de água e um copo de vinagre. Para as rodas, podem optar por álcool ou lavar com água e sabão. E, claro, manter a lavagem das mãos e os cuidados básicos nas duas residências”, recomenda a doutora.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME