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Chile recebe 14ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe

Saiu no site ONU BRASIL

 

Veja publicação no site original:  Chile recebe 14ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe

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Vice-presidentas e dezenas de ministras e altas autoridades de órgãos de políticas para as mulheres participam da 14ª Conferência Regional sobre a Mulher, que acontece até sexta-feira (31) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago, no Chile. Trata-se do principal fórum inter-governamental sobre os direitos das mulheres e a igualdade de gênero na região.

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O encontro é organizado pela CEPAL com apoio da ONU Mulheres. Tem como tema central a autonomia das mulheres em cenários econômicos em mudança. O evento será transmitido ao vivo em: http://www.cepal.org.

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As vice-presidentas da Colômbia, Marta Lucía Ramírez, e da Costa Rica, Epsy Campbell; o vice-presidente de El Salvador, Félix Ulloa, e dezenas de ministras e altas autoridades de órgãos de políticas para as mulheres participarão da 14ª Conferência Regional sobre a Mulher, que acontece até sexta-feira (31) na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago, no Chile. Trata-se do principal fórum inter-governamental sobre os direitos das mulheres e a igualdade de gênero na região.

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O encontro é organizado pela CEPAL com apoio da ONU Mulheres. Tem como tema central a autonomia das mulheres em cenários econômicos em mudança.

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A abertura da conferência ocorrerá na terça-feira (28), às 14h30, com exposições da ministra da Mulher e da Igualdade de Gênero do Chile, Isabel Plá; da secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena; da diretora executiva-adjunta da ONU Mulheres, Åsa Regnér; da subsecretária de Relações Exteriores do Chile, Carolina Valdivia; da diretora do Instituto Nacional das Mulheres (INMUJERES) do Uruguai, Mariella Mazzotti; e da coordenadora-residente do Sistema das Nações Unidas no Chile, Silvia Rucks. São aguardadas representantes de organizações da sociedade civil, universidades, organismos inter-governamentais e do Sistema das Nações Unidas, entre outras personalidades.

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A Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe é um órgão subsidiário da CEPAL. É convocada regularmente desde 1977 para identificar a situação regional e subregional a respeito da autonomia e dos direitos das mulheres, apresentar recomendações em termos de políticas públicas de igualdade de gênero e realizar avaliações periódicas das atividades voltadas ao cumprimento dos acordos regionais e internacionais. As últimas edições aconteceram em Montevidéu (2016), Santo Domingo (2013), Brasília (2010) e Quito (2007).

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Na conferência em Santiago, Alicia Bárcena apresentará o documento “A autonomia das mulheres em cenários econômicos em mudança”, para estimular os debates das delegações. O programa da conferência é composto por seis painéis, uma sessão especial, uma mesa-redonda e mais de 30 eventos paralelos.

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Entre os destaques, estão painel de alto nível sobre a Estratégia de Montevidéu para a Implementação da Agenda Regional de Gênero no Marco do Desenvolvimento Sustentável até 2030, adotada em 2016, durante la 13ª Conferência Regional; sessão especial sobre o 25º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim (Pequim+25); e mesa-redonda sobre os desafios das políticas integrais para a igualdade de gênero.

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Estão programados painéis temáticos sobre globalização e igualdade de gênero, revolução digital, economia do cuidado e mudança climática. Ao final, acontecerá uma sessão plenária para consideração e aprovação dos acordos da conferência.

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O evento será transmitido ao vivo em: www.cepal.org

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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