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Chef Kátia Barbosa combate o etarismo e inspira mulheres periféricas na gastronomia

Saiu na Terra

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Ao se ver desempregada aos 40 anos e com duas filhas para criar, Katia Barbosa encontrou em um botequim na periferia do Rio de Janeiro a oportunidade de uma nova profissão e sustento. À época, não fazia ideia do quanto sua vida mudaria, mas foi ali que deu os primeiros passos para se tornar referência na gastronomia nordestina. É dela a criação do tradicional bolinho de feijoada, além de outras criações de comida afetiva que dão protagonismo a cultura sertaneja.

Uma das principais defensoras de mais mulheres negras e periféricas ocupando espaços de protagonismo na cozinha, a jurada do reality Mestre do Sabor, exibido pela TV Globo, tem usado sua própria visibilidade e a de seus restaurantes como ferramentas de transformação.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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