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Caixinhas de leite na luta contra a violência à mulher Parmalat, Elegê, Batavo e Itambé unem-se às Justiceiras e lançam canal de acolhimento

Saiu no DBO

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Quatro das maiores marcas de leite do mercado brasileiro uniram-se em uma ofensiva nacional contra a violência à mulher. Em parceria com a equipe do Projeto Justiceiras, Parmalat, Elegê, Batavo e Itambé lançam, neste dia 8 de março, um canal único de denúncias.

Por meio de QR Code estampado em cerca de 200 milhões de caixinhas de leite UHT, será possível acionar uma rede de apoio multidisciplinar que inclui profissionais das áreas da Justiça, Saúde, Psicologia, Socioassistencial, Acolhimento, entre outras.

O projeto já atendeu 13 mil casos, incluindo mulheres de todas as unidades da federação brasileira e em outros 27 diferentes países e conta com 15 mil voluntárias.

Líder em captação de leite no Brasil, a Lactalis do Brasil embasará a divulgação da campanha no amplo potencial do próprio leite. Atualmente, os produtos da companhia chegam a mais de 8 milhões de lares brasileiros.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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