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Caixa lança programa para fomentar o empreendedorismo feminino

Saiu na Pequenas Empresas Grandes Negócios

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O objetivo principal do programa é a formalização das mulheres como microempreendedoras individuais. A primeira iniciativa é chamada de acesso, para quem ainda não empreende ou tem um negócio não formalizado.

Segundo do Sebrae , citado pelo banco, hoje há cerca de 30 milhões de mulheres empreendedoras no Brasil, de um universo de 52 de empreendedores. Mas parte delas não tem CNPJ. Para liberar uma formalização, a Caixa vai uma linha de crédito específica para as mulheres que fazem um cadastro como Microempreendedoras Individuais (MEI) e um curso concedido pelo Sebrae. Satisfeitos esses dois requisitos, os documentos já podem ser liberados.

Caixa lança nesta segunda-feira, em parceria com o Sebrae, o programa Caixa Elas Empreendedoras , vertente de promoção ao empreendedorismo do programa de atendimento personalizado às mulheres. A iniciativa visa a ações diferenciadas como empreendedoras em todas as fases com uma iniciativa que ainda não é diferenciada até as mulheres que querem se consolidar no mercado.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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