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Artistas brasileiras são premiadas na Alemanha

Saiu no site DEUSTCHE WELLE

 

Veja publicação original:   Artistas brasileiras são premiadas na Alemanha

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Trabalhos da artista plástica Jac Leirner e da designer de som Ana Monte são destaque em premiações de instituições culturais alemãs.

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Ana Monte é formada em Produção Musical e mora desde 2011 na Alemanha, onde cursou Sonoplastia na Filmakademie de Baden Württemberg, uma das melhores escolas de cinema do país. Depois de vários trabalhos freelance em filmes e documentários, Ana Monte abriu a Delta, uma empresa de pós-produção de som 3D. Por sua trajetória como designer de som, Ana Monte recebeu o prêmio Helene Hecht, concedido a cada 2 anos desde 2010 a mulheres que se destacam na cena artística e cultural da região metropolitana do Reno-Necar, oeste da Alemanha.

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Quem também representou o Brasil na Alemanha foi Jac Leirner. A artista plástica que mora em São Paulo trabalha, principalmente, com arte conceitual. Há mais de 30 anos ela se dedica a ressignificar objetos do cotidiano, muitos ligados a sociedade de consumo. No Museu Ludwig, na cidade de Colônia, Jac Leirner está em exposição com quatro instalações artísticas. Entre elas, Museum Bags, uma coleção de sacolas de museus e galerias de arte reunidas ao longo de mais de três décadas. A instalação Museum Bags foi adquirida pelo local e agora faz parte do acervo do Museu Ludwig. Por sua trajetória na arte, Jac Leirner foi laureada com o prêmio Wolfgang Hahn, que há 25 anos homenageia artistas contemporâneos de destaque internacional, mas ainda pouco conhecidos na Alemanha. Ela é a primeira artista sul-americana a entrar para a lista de premiados. A exposição de Jac Leirner fica em cartaz até julho de 2019.

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Assista o vídeo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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