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Abertas as inscrições para o seminário “O Judiciário por Elas: Mulheres que Nos Inspiram”

Saiu no TRT

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Já estão abertas as inscrições (link externo) para o seminário “O Judiciário por Elas: Mulheres que Nos Inspiram”, que acontece no dia 29 de março, às 14h, no auditório da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (Rua 48, nº 149, Espinheiro). O evento é promovido pela Ejud-6 e faz parte da programação da campanha “Elas no Judiciário”, promovida pelo TRT-6 para o mês das mulheres.

Com inscrições limitadas, a palestra ressalta a participação da mulher nas mais diversas áreas da sociedade. Na programação já estão confirmadas as participações de Luciana Grassano de Gouvêa Mélo, professora da UFPE, procuradora do estado e ex-diretora da FDR; Sheyla Bello, servidora do TRT-6; Robeyoncé Lima, primeira advogada travesti preta de Pernambuco; e a desembargadora Tânia Regina Silva Reckziegel, ouvidora da Ouvidoria Nacional da Mulher.

Na ocasião, será prestada uma homenagem à desembargadora do TRT-6 Maria do Socorro Emerenciano, com o descerramento da placa do auditório da Ejud-6, que levará o seu nome. A desembargadora faleceu em janeiro de deste ano, depois de atuar por mais de 34 anos como magistrada Trabalhista.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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