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Menina é morta um dia após fazer 14 anos no PR; padrasto é suspeito

Saiu no site UOL

Uma adolescente venezuelana foi morta a facadas um dia após completar 14 anos, em Floresta (PR). O padrasto, apontado como autor do crime, morreu horas depois em confronto com a Polícia Militar.

Entenda o caso
A menina foi encontrada morta na manhã de ontem, no bairro Monte Verde, na região de Maringá. A adolescente havia completado 14 anos na sexta-feira (16).

O corpo estava em uma área de vegetação onde havia uma casa demolida. A adolescente apresentava diversos ferimentos de faca e foi encontrada coberta por roupas, panos e galhos, conforme relatos da imprensa local.

A motivação do assassinato ainda não foi esclarecida. Policiais militares e civis estiveram no local, e o Instituto Médico-Legal de Maringá foi acionado para recolher o corpo.

O padrasto foi identificado pela Polícia Civil como autor do assassinato. Após a localização da adolescente, equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar iniciaram buscas pelo homem, que havia fugido.

Policiais receberam a informação de que o suspeito havia sido visto andando de bicicleta na rodovia entre Floresta e Maringá. O homem se escondeu em uma área de mata, o que levou as equipes a concentrarem as buscas na região.

Um cerco policial foi montado para localizar o padrasto, que morreu após confronto com os policiais, segundo a PM. A operação mobilizou diversas equipes, com o auxílio de cães e drone. Os agentes realizaram buscas na vegetação para tentar encontrar o homem.

Como denunciar violência contra crianças e adolescentes.

Denúncias sobre violência contra crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque 100 (inclusive de forma anônima), na delegacia de polícia mais próxima e no Conselho Tutelar de cada município.

Se for um caso de violência que a pessoa estiver presenciando, pode ligar no 190, da Polícia Militar, para uma viatura ir no local. Também é possível se dirigir ao Fórum da Cidade e procurar a Promotoria da Infância e Juventude.

Quem não denuncia situações de perigo, abandono e violência contra crianças e adolescentes pode responder pelo crime de omissão de socorro, previsto no Código Penal. A lei Henry Borel também prevê punições pra quem se omite.

Funcionários públicos que se omitem no exercício de seus cargos, em escolas, postos de saúde e serviços de assistência social, entre outros, podem responder por crime de prevaricação.

 

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