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Embaixada da Áustria reforça parceria com a ONU Mulheres em defesa dos direitos das mulheres no Brasil

Saiu no site DIPLOMACIA BUSINESS

Encontro em Brasília destacou o fortalecimento da cooperação entre as instituições para combater a violência de gênero e promover a igualdade de direitos, com foco especial na proteção de mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade.

A Embaixada da Áustria em Brasília reuniu-se com a representante da ONU Mulheres no Brasil, Gallianne Palayret, para reafirmar a sólida parceria de longa data entre a missão diplomática austríaca e a entidade das Nações Unidas dedicada à promoção da igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres.

A ONU Mulheres atua globalmente no apoio aos Estados na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero, à eliminação da discriminação e da violência contra mulheres e meninas, além de incentivar a participação feminina em espaços de liderança, na política, na economia e na sociedade. No Brasil, a organização desenvolve projetos em parceria com governos, setor privado e organizações da sociedade civil para fortalecer os direitos das mulheres e ampliar sua proteção.

Durante o encontro, as autoridades discutiram o preocupante aumento da violência contra as mulheres no Brasil, especialmente contra mulheres pertencentes a grupos minoritários, ressaltando a necessidade de ampliar ações de prevenção, proteção e garantia de direitos.

A reunião também evidenciou a importância do apoio contínuo da Áustria às iniciativas voltadas à promoção dos direitos das mulheres, ao fortalecimento da igualdade de gênero e ao empoderamento de mulheres e meninas, reafirmando o compromisso conjunto com a construção de uma sociedade mais inclusiva, justa e livre de todas as formas de violência.

Ao final do encontro, a Embaixada da Áustria reiterou seu compromisso de seguir trabalhando ao lado da ONU Mulheres em iniciativas que promovam a igualdade de gênero e combatam todas as formas de violência contra mulheres e meninas.

“Juntos, seguimos trabalhando por mais igualdade de gênero, inclusão e por uma sociedade livre de todas as formas de violência contra mulheres e meninas”, destacou a representação diplomática.

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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