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Mulher agredida por psiquiatra pediu socorro pelas redes sociais ao se trancar com a filha de 2 anos no banheiro em MG

Saiu no site G1

Vítima conseguiu enviar mensagem por rede social a uma amiga enquanto era agredida. Médico, que é marido da vítima, foi preso em flagrante no domingo (15), em Divinópolis, no Centro-Oeste do estado.

Sem acesso ao telefone após ter a linha bloqueada pelo marido, a mulher de 43 anos, agredida pelo médico psiquiatra José Lúcio de Abreu Faria Júnior, de 44 anos, pediu ajuda por meio de uma rede social enquanto estava trancada no banheiro do apartamento com a filha de dois anos. O pedido de socorro ocorreu no domingo (15), em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais.

A mensagem foi enviada a uma amiga, que acionou a Polícia Militar (PM), que prendeu o suspeito em flagrante.

Após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva. Segundo a vítima, as agressões ocorreram em dois dias consecutivos e só cessaram com a chegada dos policiais, que precisaram arrombar a porta do imóvel para resgatá-la.

O advogado do médico, Michael Vagner Guilhermino, informou ao g1 que não irá se manifestar sobre o caso, pois o processo tramita sob segredo de justiça.

médico foi preso em flagrante após agredir a esposa no apartamento do casal, no Centro de Divinópolis. O crime foi registrado como lesão corporal no domingo, conforme o Boletim de Ocorrência (BO).

Segundo o BO, as agressões começaram depois de uma discussão relacionada à locação de um apartamento. A vítima relatou que, ao discordar do marido, foi enforcada na cozinha e impedida de usar o telefone. Ele teria bloqueado a linha telefônica para que ela não pudesse pedir ajuda.

Ela contou ainda que foi jogada no chão e agredida com socos no rosto. Ao tentar sair do prédio com a filha, foi impedida. Em outro momento, o médico teria retirado a criança à força dos braços da mãe.

A mulher afirmou ainda que houve outras agressões e que chegou a usar um canivete para se defender.

No dia seguinte, as agressões continuaram. Segundo relato da vítima, o médico voltou a agredi-la com socos e chutes ao perceber que ela tentava deixar o apartamento.

Após conseguir se refugiar no banheiro com a filha, a mulher pediu ajuda pelas redes sociais. Uma amiga viu a mensagem e acionou a polícia.

Aos militares, o médico afirmou que apenas reagiu das agressões da esposa.

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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