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Coletivo de Respeito é a campanha da Mercedes-Benz junto com o Projeto Justiceiras contra assédio em ônibus

Saiu no Transporte Mundial

Mercedes-Benz lançou na manhã desta segunda-feira (17) uma campanha contra assédio em ônibus. Trata-se do Coletivo de Respeito, primeira ação que faz parte do Movimento A Voz Delas em ônibus.

Dessa forma, empresas de ônibus tanto do transporte urbano como rodoviário, e que apoiam o movimento, passam a contar com adesivos nos veículos chamando a atenção para o problema. Ademais, um QR Code estará exposto para que as vítimas de violência possam fazer a denúncia de seu abusador, tão logo o crime ocorra.

Já que muitas mulheres se sentem envergonhadas e inseguras em chamar a polícia, o QR Code leva a vítima direto para o canal do Projeto Justiceiras. Trata-se de um projeto que visa oferecer todo apoio e encaminhamento às mulheres vítimas de violência de todo o tipo.

Para isso, o Projeto Justiceiras conta com mais de 15 mil mulheres voluntárias. Há médicas, advogadas, donas de casa e diversas profissionais que ajudam oferecendo rede de apoio às mulheres agredidas.

Mas mais do que isso, o Projeto Justiceiras facilita o acesso ao sistema de justiça. Bem como à rede de proteção para todas as mulheres vítimas. Presente em mais de 20 países, desde o seu lançamento, há três anos, o Justiceiras atendeu mais de 13 mil mulheres.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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