HOME

Home

Violência contra as mulheres: problema requer denúncia e acolhimento

Saiu no Estadão

Leia a Publicação Original

Além do Poder Público — A titular também destaca a importância da família e da sociedade na proteção e no amparo às vítimas de violências. “Para além do Poder Público, a rede primária da mulher, composta por familiares e amigos mais próximos, é essencial para a mudança de cenário”, avalia.

Nesse quesito, todos são fundamentais, inclusive na questão da denúncia, já que qualquer pessoa pode comunicar às autoridades em caso de violações em serviços como o Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher.

Envolvimento de todos — Como um problema que envolve toda a sociedade, a 99, empresa de tecnologia voltada à mobilidade urbana e à conveniência, lidera iniciativas por mais visibilidade e representação das mulheres em todos os espaços.

Além disso, mantém programas estruturados , entre eles o uso de tecnologia para evitar situações de assédio e o acolhimento das vítimas em parceria com o Projeto Justiceiras (orientação gratuita e online para motoristas e usuárias ou não do app em situação de vulnerabilidade).

Leia a matéria completa aqui!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME