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Viola Davis é a 1ª mulher negra a ganhar Oscar, Emmy e Tony de atuação

Saiu no site HuffPost Brasil:

Atriz completou a chamada ‘Tríplice Coroa de Atuação’.

Ao subir no palco da 89ª edição do Oscar para receber o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, Viola Davis também fez história. Neste domingo (26), ela passou a integrar um dos mais prestigiados “clube” de atores e atrizes do mundo.

Com a vitória por seu papel em Um Limite Entre Nós, de Denzel Washington, a atriz se tornou a 23ª atriz a completar a chamada Tríplice Coroa de Atuação (em inglês, Triple Crown of Acting), termo usado para descrever atores que foram premiados nos três diferentes veículos: cinema, teatro e TV, respectivamente com o Oscar, Tony e Emmy.

Viola é a primeira mulher negra a completar a Tríplice.

Antes de Um Limite Entre Nós, Davis havia ganhado um Emmy em 2015 de Melhor Atriz em Série de Drama por seu trabalho em How to Get Away with Murder e dois prêmios Tony, o primeiro em 2001 por seu trabalho em King Hedley II e depois em 2010 por sua atuação na versão da Broadway de Um Limite Entre Nós (Fences).

Com tal feito, ela se junta ao seleto grupo que reúne grandes astros e estrelas como Jessica Lange, Helen Mirren, Al Pacino e Ingrid Bergman.

E não pense que completar a tríplice é algo fácil. Meryl Streep, por exemplo, ainda não recebeu os três prêmios em sua carreira.

Vale lembrar que a artista negra que mais perto chegou de entrar para o seleto grupo de estrelas premiadas foi Whoopi Goldberg. Ela também completou a tríplice, mas o Tony foi entregue pelo seu trabalho de produção em Thoroughly Modern Millie, e não por seu trabalho como atriz.

O Oscar

Ao receber a estatueta, Viola Davis fez um discurso emocionado:

“Existe um lugar em que se reúnem todas as pessoas que tem grande talento. E é no túmulo. As pessoas me perguntam o tempo todo: “Que tipo de histórias você quer contar Viola?”. E eu respondo: “Vocês têm que exumar esses corpos, essas histórias, as pessoas que quiseram e nunca conseguiram conquistar seus sonhos. Eu consegui. Eu me tornei uma artista. E esta é a única profissão que celebra o que significa viver uma vida.”

Um Limite Entre Nós (Fences) ganhou data de estreia no Brasil no dia 2 de março.

A trama retrata a vida de Troy Maxson (Denzel Washington) e os conflitos que permeiam suas relações sociais e familiares. Casado com Rose (Viola Davis), ele ganha a vida como catador de lixo, em uma América hostil aos negros.

A partir do momento que seu filho Cory (Jovan Adepo) decide seguir carreira no beisebol (um antigo sonho de Try), a convivência entre eles começa a ficar cada vez mais complicada.

 

 

 

Publicação Original: Viola Davis é a 1ª mulher negra a ganhar Oscar, Emmy e Tony de atuação

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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