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Deputadas de SP entram na Justiça para obrigar Alesp a reativar SOS Mulher

Saiu no UNIVERSA

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Quatro deputadas estaduais entraram com pedido no Tribunal de Justiça de São Paulo para que o serviço SOS Mulher seja reativado na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). Isso foi criado em 2013 para combater e denunciar casos de agressão de gênero, mas estava esquecido desde 2015.

Marina Helou (Rede), Professora Bebel (PT), Márcia Lia (PT) e Erica Malunguinho (PSOL) foram as deputadas que entraram com o pedido na Justiça. Elas citaram uma reportagem recente do jornal Estado de S. Paulo, que mostrou como o serviço estava inativo desde 2015.

Além de pedir a reativação do SOS Mulher, as deputadas também acionaram o Ministério Público para que o presidente da Alesp, Cauê Macris (PSDB), seja investigado por “ato omisivo”. De acordo com as parlamentares, o SOS Mulher está veiculado à Mesa Diretora, presidida por Cauê, e que ele deveria solicitar à Mesa Diretora os valores necessários e indicar os funcionários.

Em nota enviada a Universa, a assessoria de imprensa da Alesp afirma não ter “conhecimento oficial” sobre a ação. A assessoria também aponta que a Mesa Diretora só age no “apoio técnico e administrativo”.

“Importante esclarecer que o SOS Mulher é um serviço instituído por resolução (887/2013) e expressamente designa o Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais para coordenar o Serviço de Combate à Violência Contra a Mulher”, informou.

A criação do SOS Mulher foi feita pelo ex-deputado petista Adriano Diogo, que garantiu um orçamento próprio e até quatro servidores.

O SOS Mulher deve lidar com denúncias de violência e tem outras atribuições: implementar ações para o combate à violência contra mulher; promover seminários, audiências e eventos; e oferecer orientação psicológica e jurídica gratuita às vítimas.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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