HOME

Home

VOTE NA 10ª HOMENAGEADA DO TRIP TRANSFORMADORES

Saiu na TRIP

Veja a Publicação Original

Há 14 anos, o prêmio joga luz na história de pessoas que fazem grande diferença positiva no mundo. Kéfera, Foquinha e Jonathan Azevedo já escolheram suas indicadas. E você?Fundadora do projeto Vida Corrida, Neide Santos venceu uma história repleta de dificuldades para se tornar um exemplo de líder comunitária, que já ajudou mais de 4 mil crianças do Capão Redondo, em São Paulo, a mudar sua realidade por meio do esporte. “Não tinha dinheiro, nem formação, mas sabia correr. O que tinha para oferecer eram meus pés e meu coração, e assim o fiz”, conta. O Vida Corrida, que nasceu em 1999 sustentado a duras penas pelo trabalho de Neide como costureira, foi conquistando visibilidade, apoio e, assim, multiplicando sua potência. Graças a sua luta incansável, a via Arroio do Engenho ganhou pista de atletismo, cesta de basquete e quadra de futebol. Além do parque Santo Dias, é ali que as cerca de 320 crianças e jovens do projeto, com idade entre 6 e 16 anos, treinam três vezes por semana auxiliadas por oito professores. “Acredito que posso fazer diferença na vida de alguém”, diz Neide. “Não posso mudar o mundo, mas posso mudar a realidade do entorno.”

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME