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Marie Claire homenageia mulheres jornalistas

Saiu na MARIE CLAIRE

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Com a ampla cobertura das consequências do novo coronavírus e a atual situação política e econômica no Brasil, o trabalho de diversas jornalistas ganhou ainda mais visibilidade – também acompanhado pelo movimento feminista, que levanta as questões de reconhecimento do trabalho de mulheres.

E como forma de homenagear estas profissionais da imprensa brasileira, a revista Marie Claire, da Editora Globo, escolheu estampar diversas capas e matérias especiais com 26 repórteres, editoras, fotojornalistas, radialistas, diretoras e apresentadoras que têm tido destaque ao tratar de assuntos como política, economia, saúde e racismo em novos formatos de trabalho no período de isolamento social.

Ao todo são 10 capas: 2 impressas e 8 digitais, com jornalistas como Maju Coutinho, apresentadora do Jornal Hoje; Andréia Sadi, apresentadora e repórter de política da GloboNews, do G1 e da CBN; Flávia Oliveira, colunista do jornal O Globo e da CBN, comentarista da GloboNews e apresentadora do Canal Futura; Vera Magalhães, apresentadora do Roda Viva, colunista do Estadão e editora do site BR Político; Natuza Nery, comentarista de política e de economia da GloboNews, colunista do G1 e comentarista da CBN; Flavia Lima, ombudsman da Folha de S. Paulo; Gabriela Biló, fotojornalista no Estado de S. Paulo.

“Em um momento em que nossa jovem democracia está sendo colocada à prova, são essas mulheres as que sofrem mais ameaças – de robôs da internet a membros do governo”, analisa Laura Ancona, diretora de redação da marca.

A partir de julho, a publicação ganhou duas colunistas mensais: Jurema Werneck, médica, doutora, ativista e diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, e Djaimilia Pereira de Almeida, escritora angolana premiada com o Prêmio Oceanos em 2019.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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