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Guerra no Afeganistão: os terríveis crimes contra mulheres usados em propaganda de guerra contra o Talebã

Saiu no site BBC NEWS.

 

Veja a Publicação Original.

Como uma policial mulher no Afeganistão, Khatira sabia que enfrentava perigo.

O preço que ela pagou por querer proteger seu país foi alto — e veio de repente.

Ela tinha acabado de terminar seu turno e estava voltando para casa no centro da cidade de Ghazni, quando dois homens em motocicletas e um a pé a atacaram.

“O que estava a pé gritou: ‘Atire nela!'”, conta Khatira à BBC. “Eu não os conhecia. Eles me atacaram perto da minha casa.”

A policial foi chutada para o chão, caindo de cara. Ela acordou no hospital com feridas a faca na região dos olhos.

“Senti dor e não conseguia ver. Os médicos disseram que meus olhos estavam feridos, então não pude abri-los”, disse ela.

Ela foi orientada a voltar e ser examinada novamente após um mês. Quando o fez, percebeu que não tinha mais olhos.

Veja a Matéria Completa Aqui!

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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