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Projeto Tem Saída será discutido pela CPI da Violência Contra a Mulher

Saiu no BOMBA BOMBA.

Direito das Mulheres.

/MARIANE MANSUIDO
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Na reunião desta terça-feira (29/9), a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Violência Contra a Mulher deverá receber a promotora do Ministério Público de São Paulo, Maria Gabriela Manssur, para realizar um debate sobre o projeto Tem Saída, iniciativa que busca garantir capacitação e emprego para mulheres vítimas de violência.

As vereadoras também devem conversar com a coordenadora do Programa Saúde do Adolescente do governo Estadual, Albertina Duarte Takiuti. Os munícipes podem acompanhar a discussão ao vivo no Portal da Câmara, pelo link Auditórios Online , ou por meio das redes sociais da Casa, como o canal do YouTube do Legislativo paulistano.

 

Serviço:
5ª Reunião Ordinária da CPI da Violência Contra a Mulher
Data: 29/9
Horário: 13h
Local: Plenário Virtual / Plenário

Veja a Matéria Completa Aqui! 

 

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“Quando fui infectada pelo Jean, ele não adoeceu somente a mim, ele adoeceu uma família inteira. Há um luto, ele atingiu todas as pessoas que me amam e estão ao meu lado”, complementa. A denúncia do MP-RO contra Jean aponta que ele tem conhecimento do próprio diagnóstico há cerca de 10 anos e optou por não aderir ao tratamento antirretroviral. A hipótese é que o homem não quis se tratar justamente para transmitir o vírus às pessoas com quem se relacionava. 🔎 O tratamento feito corretamente mantém a carga viral indetectável e impede a transmissão. Denúncias e condenação Em busca de assistência e justiça, Maria compareceu ao Navit no dia 28 de maio. O espaço, que funciona na sede do Ministério Público de Rondônia, é estruturado para oferecer um ambiente de acolhimento especializado, sigiloso e humanizado para vítimas de violência. “Estava doendo, mas eu iria fazer o que tivesse que fazer. Ele poderia enfrentar a impunidade de outras pessoas e de outras vítimas, mas da minha parte jamais ele terá impunidade”, afirma Maria sobre a decisão de buscar as autoridades. Os relatos da vítima foram fundamentais para a prisão de Jean no dia 10 de junho. Segundo o MP-RO, o pedido foi feito porque ficou evidente que, mesmo respondendo à primeira ação penal, o homem continuava se relacionando com outras mulheres e transmitindo o vírus.

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