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Mulheres fabricam máscaras e trocam por alimentos para doar a famílias

Saiu no Site G1 Globo

Veja a publicação original: Mulheres fabricam máscaras e trocam por alimentos para doar a famílias

 

Foram arrecadados até agora 200 kg de alimentos. As máscaras de tecido servem de barreira para evitar a disseminação da doença e o uso é obrigatório em todo o estado.

Mulheres voluntárias na ONG Obra social dinâmica do amor, em Cuiabá, estão produzindo máscaras e trocando por alimentos que serão destinados a famílias carentes. A confecção teve início no mês de março. Já foram produzidas mais de 200 máscaras.A ONG, com sede no Bairro CPA, vai encaminhar esses alimentos para famílias que estão sem renda durante as restrições preventivas à propagação do novo coronavírus. As máscaras de tecido servem de barreira para evitar a disseminação da doença e o uso é obrigatório em todo o estado.

Foram arrecadados até agora 200 kg de alimentos. “Nós ajudamos aqueles que precisam de máscara, que agora é obrigatório, e também auxiliamos a comunidade. A ONG está fazendo o projeto social que é seu objetivo, aquilo que a gente se propõe a fazer”, afirma Maria Auxiliadora Rangel Velasco, que é vendedora e voluntária do grupo.

Voluntárias fazem máscaras — Foto: TVCA/Reprodução
Voluntárias fazem máscaras — Foto: TVCA/Reprodução

Outro grupo de amigas também se mobilizou e está realizando a campanha “Máscaras do Bem”, que também serão trocadas por alimentos. A comerciante Kelida Abdala Silva afirma que a demanda tem sido alta.

“Em dois dias eu não aguentava mais atender telefone e nem responder às mensagens nas mídias sociais de tanta gente procurando. Comecei a ficar desesperada e chamei uma amiga para cuidar das mídias sociais”, afirma.

Lucy Viera Da Silva, uma das voluntárias do grupo, disse que ainda haverá definição sobre as doações.

“Nós vamos fazer um estudo a respeito disso e juntas vamos decidir para quem vai ser destinado esses alimentos”, afirma.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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