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Patrulha Maria da Penha: PM fiscalizará cumprimento de medidas protetivas em Teresina

Saiu no site G1

 

Veja publicação no site original:    Patrulha Maria da Penha: PM fiscalizará cumprimento de medidas protetivas em Teresina

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Viaturas farão rondas nas casas de vítimas e alerta aos homens envolvidos nos casos.

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Por Nayara Nadja e Maria Romero

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As mulheres vítimas de violência doméstica em Teresina terão um reforço na sua segurança. A Polícia Militar lançou nesta quarta-feira (29) o projeto Patrulha Maria da Penha, que terá viaturas realizando rondas nas casas de vítimas com medidas protetivas contra autores de violência doméstica. As mulheres podem solicitar a presença dos policiais pelo 190.

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O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Lindomar Castilho, informou que haverá viaturas, sempre com policiais femininas, que farão a abordagem às vítimas para garantir que os suspeitos de agressão não se aproximem.

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Lançamento da Patrulha Maria da Penha, em Teresina. — Foto: Nayara Nadja/G1Lançamento da Patrulha Maria da Penha, em Teresina. — Foto: Nayara Nadja/G1

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“A intenção é também alertar esses homens sobre as consequências caso descumpram as medidas. Serão viaturas fazendo rondas 24 horas por dia diretamente em contato com o Copom para fiscalizar e dar apoio”, informou.

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Inicialmente, segundo ele, a Patrulha já deve iniciar nesta quarta-feira os trabalhos com o levantamento das medidas protetivas existentes, assim como endereço e contato das vítimas. É importante, para garantir ainda mais a segurança das mulheres vítima, que elas registrem boletim de ocorrência em caso de ameaça e agressão.

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Capitã Solange, comandante da Patrulha Maria da Penha. — Foto: Nayara Nadja/TV ClubeCapitã Solange, comandante da Patrulha Maria da Penha. — Foto: Nayara Nadja/TV Clube

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A capitã Solange, que comandará a Patrulha, informou sobre a importância da capacitação recebida pelos policiais envolvidos na iniciativa, que farão uma abordagem mais qualificada sobre o problema da violência de gênero junto às vítimas.

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“Serão policiais com experiência de serviço ostensivo, com capacitação e conhecimento da Lei Maria da Penha, com um olhar mais humanizado. A gente vê a situação da sociedade, que a violência contra a mulher é crescente no Brasil todo e no Piauí não é diferente”, explicou a capitã Solange, que comandará a Patrulha.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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