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Mostra Sesc de Hip Hop apresenta força e talento da mulher nesse universo

Saiu no site NA MIRA

 

Veja publicação original:    Mostra Sesc de Hip Hop apresenta força e talento da mulher nesse universo

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A programação será realizada de 17 a 19 de outubro.

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SÃO LUÍS – O universo Hip Hop, até pouco tempo predominantemente masculino, tem aberto cada vez mais espaço para a atuação das mulheres. Hoje, são muitas as artistas que se apresentam em eventos de Rap, Breaking e Graffiti.

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E na sexta edição do Mostra Sesc de Hip Hop, que ocorre de 17 a 19 de outubro, Chermie Ferreira (SP), a Dj Laís (PI) e Luana Luara (RJ) ministram as oficinas “Graffiti Queens”, “Introdução à Mixagem” e “Danças Urbanas” e discutem, ainda, a representatividade feminina na cultura hip hop em roda de conversa.

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No último dia de evento, 20 de setembro, dentre as competições a Mostra Catarina, destinada apenas a grupos femininos. Feminismo e arte urbana se cruzam na Oficina Grafitti Queens, ministrada por Chermie Ferreira. Ela é graffiteira, tatuadora e ilustradora.

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Seus trabalhos expõem a face da mulher e objetiva o reconhecimento da importância da força feminina. Idealizadora do primeiro encontro de graffiti feminino da região Norte, já participou e organizou outros grandes eventos em estados como a Bahia e São Paulo.

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“A arte não tem gênero. Queremos disseminar que todas as pessoas podem contribuir de alguma forma com essa cultura. Durante o workshop, vamos passar algumas técnicas utilizadas para deixar as expressões mais coloridas e atraentes ao público em geral e mostrar o potencial que ela representa para o mundo”, disse a artista.

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Black power, maquiagem e um ritmo que exala empoderamento. Exprimindo suas ideias, sentimentos e lutas por meio do hip hop, a Dj Laís iniciou no nesse gênero musical em 2017. A maior parte de seu repertório é composta por sons de mulheres rappers que exaltam a sua luta, como fazem as artistas: Karol Conká, Flora Matos, Taz Mureb, Lívia Cruz, Clara Lima, Gabz, Nicki Minaj e Rap Plus Size.

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Com movimentos marcantes, Luana Luara, é dançarina de hip hop campeã em 2018 da REDBULL BC ONE CYPHER. Iniciando sua carreira dez anos atrás, sua trajetória é marcada por vitórias em competições, mas também por dedicação ao movimento, incentivando e inspirando novos talentos.

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6ª MOSTRA SESC DE HIP HOP – 17 A 20 DE SETEMBRO

OFICINAS – 17 e 18 de setembro (terça e quarta)
14h às 18h – Graffiti Queens (Chermie Ferreira / SP) no Sesc Centro
14h às 18h – Introdução à Mixagem (D´J Laís / PI) no Auditório do Sesc Deodoro
17h às 21h – Danças Urbanas (Luana Luara / RJ) no Ginásio Charles Moritz (Quadra do Sesc Deodoro).

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RODA DE CONVERSA – 19 de Setembro (quinta)
15h às 17h – “A Representatividade Feminina na Cultura Hip Hop” com Chermie Ferreira/ SP, D´J Laís/ PI, Luana Luara/ RJ e Luciana Correa – Preta Lú/MA no Palacete Gentil Braga (Teatro Aldo Leite).

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APRESENTAÇÕES – 19 e 20 de Setembro (quinta e sexta)
19/09 – 18h às 21h – Cypher no Ginásio Charles Moritz (Quadra do Sesc Deodoro)

20/09 – A partir das 17h30 – D’J SET, Street Master, Poesias Marginais – Grupo Contrabando Lírico, Master Girls, Mostra Competitiva Feminina de Grupos e Batalha M´C e Batalhas de All Style na Praça Nauro Machado.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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