HOME

Home

Tabata Amaral participa da 8ª edição de ‘Gabinete Itinerante’, em Suzano, e nega ser candidata à prefeita em SP

Saiu no site DIÁRIO DE SUZANO

 

Veja publicação original:  Tabata Amaral participa da 8ª edição de ‘Gabinete Itinerante’, em Suzano, e nega ser candidata à prefeita em SP

.

Evento contou com apresentação do grupo de danças urbanas Unity Street, que é composto por crianças e adolescentes

.

Suzano recebeu na tarde desse sábado, 14, a 8ª Edição do “Gabinete Itinerante”, promovido pela deputada federal Tabata Amaral (PDT). O Casarão das Artes foi o local escolhido para receber o evento, que teve como tema “Prevenção e Combate à Violência Contra a Mulher”.

.

Para essa edição, a deputada teve como convidada a promotora de Justiça Gabriela Manssur, que é idealizadora de vários projetos de empoderamento feminino.

.

O evento contou com apresentação do grupo de danças urbanas Unity Street, que é composto por crianças e adolescentes. Após isso, os jovens participaram de uma roda de conversa com Tabata e Gabriela.

.

A deputada explicou que o objetivo do projeto é aproximar as pessoas daquelas que as representam na política. “Nossa proposta é pegar nossa biblioteca ambulante, escolher um tema relevante para o mandato e tenta trazer a pessoa mais especial e que mais entenda daquilo”, disse Tabata. “A sociedade precisa saber o que estamos fazendo e nós precisamos saber o que falta para atender todas as demandas da sociedade”, afirmou a promotora Gabriela Mansur.

.

.

PDT

.

Durante a entrevista, Tabata pediu honestidade ao partido que integra – ela e mais sete deputados estão suspensos por terem votado a favor da Reforma da Previdência – e pediu uma definição sobre o caso. “Não dá para manter oito deputados suspensos. São milhares de eleitores que não estão sendo representados”, disse.

.

.

Outro partido

.

A deputada reforçou que não recebeu convite formal do PSDB e afirmou que só conversará com outros partidos caso o PDT a expulse. “Não é porque estão sendo incorretos comigo que serei com eles”, afirmou.

.

Ela também descartou qualquer chance de integrar o PSL ou o Novo por se considerar “de centro-esquerda”. “Marece um pouco de desconhecimento da minha luta dizer que vou para esses partidos”, disse.

.

.

Prefeitura

.

Ao ser questionada se poderia tentar a Prefeitura de São Paulo em 2020, Tabata Amaral rechaçou a hipótese e disse que vai cumprir os 4 anos de mandato. “Em nenhum momento considerei me candidatar no próximo ano. Foi uma história que o PDT criou e gerou bastante conflito”, afirmou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME