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Ocultas nunca mais: mulheres estão brilhando em Hollywood

Saiu no site R7

 

Veja publicação original:   Ocultas nunca mais: mulheres estão brilhando em Hollywood

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Sucessos de bilheteria como Pantera Negra e Podres de Ricos também quebraram barreiras para personagens negros e asiáticos

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As mulheres tiveram um ano marcante em filmes de Hollywood e na televisão no último ano, chegando a níveis recordes de protagonismo e ganhando terreno em empregos influentes nos bastidores, como diretoras e roteiristas, segundo dois estudos publicados nesta quarta-feira.

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Sucessos de bilheteria como Pantera Negra e Podres de Ricos também quebraram barreiras para personagens negros e asiáticos, refletindo a busca por mudanças amplas na indústria do entretenimento, motivadas pelo escândalo de má conduta sexual de 2017 em Hollywood e as críticas ao #OscarMuitoBranco de quatro anos atrás.

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Trinta e nove dos principais 100 filmes de 2018 tiveram uma mulher no papel de protagonista ou co-protagonista, de 30 em 2016 e apenas 20 em 2017, segundo um estudo da Escola Annenberg de Comunicações e Jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia.

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Também houve o maior crescimento em 12 anos na porcentagem de personagens com falas negros ou asiáticos, homens ou mulheres, enquanto mulheres apareceram com mais frequência em filmes de ação ou aventura.

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“Em 2018, vimos empresas tomando medidas para garantir que certos grupos fossem incluídos em alguns dos filmes mais notáveis”, disse Stacy L. Smith, uma das autoras do estudo da Annenberg.

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Na televisão, personagens femininas representaram uma taxa recorde de 45% em papéis com falas em dramas, comédias e reality shows, em TV aberta, a cabo ou serviços de streaming, em comparação com 40% na temporada 2017-2018 da televisão, descobriu o Centro para Estudos de Mulheres na Televisão e no Cinema da Universidade de San Diego.

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Nos bastidores da televisão, as mulheres representaram taxa recorde de 31% entre criadores, diretores, roteiristas, produtoras executivas, produtoras, editoras e diretoras de fotografia.

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Os dois estudos disseram que, apesar do progresso, ainda há muito a ser feito.

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Enquanto mulheres representaram uma alta recorde de 26% entre diretores na temporada 2018-2019 da televisão, os homens ainda superaram as mulheres na proporção 3 para 1 nesse papel, segundo o estudo de San Diego.

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Hollywood continua muito abaixo da paridade 50/50 entre homens e mulheres que é buscada entre atores, bastidores e executivos dos estúdios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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