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Taylor Swift adotou medidas drásticas em meet & greet após sofrer assédio

Saiu no site REVISTA CAPRICHO

 

Veja publicação original:    Taylor Swift adotou medidas drásticas em meet & greet após sofrer assédio

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A cantora revelou que agora tem câmeras de segurança focadas na parte inferior de seu corpo nos encontros com fãs

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Por Gabriela Zocchi

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Depois de lançar o álbum Lover na última sexta-feira (26), Taylor Swift decidiu falar mais sobre sua vida e seu novo trabalho à imprensa. Ao programa americano Sunday Morning, por exemplo, a cantora voltou a comentar sobreScooter Braun.

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Quando a apresentadora citou o nome do empresário que comprou sua antiga gravadora e, consequentemente, o direito de suas músicas, Tay fez uma careta e voltou a afirmar que só ficou sabendo da notícia quando ela saiu na internet.

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“Eu sabia que ele [Scott Borchetta, o antigo dono da Big Machine Records]venderia minhas músicas. Sabia que ele faria isso em algum momento, mas não podia acreditar para quem ele vendeu. Tivemos infinitas conversas sobre Scooter Braun e ele teve 300 milhões de motivos para esquecer todas elas”, alfinetou a cantora.

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Na conversa, ela falou também sobre o sexismo na música. “Existem vocabulários diferentes para homens e mulheres nessa indústria. Se um homem faz algo, é estratégico. Quando uma mulher faz a mesma coisa, é calculado. Um homem pode reagir, enquanto quando uma mulher reage, é exagero”, explicou ela.

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Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, Taylor revelou ainda que o assédio que sofreu durante um meet & greet em 2013, quando o DJ David Mueller apertou seu bumbum enquanto tiravam uma foto, a fez tomar medidas drásticas de segurança. Agora, por exemplo, ela tem câmeras direcionadas para a parte inferior de seu corpo sempre que marca encontros com fãs, assim “se algo acontecer de novo, podemos provar isso com imagens de vídeo de todos os ângulos”, disse ela. Que tenso, né?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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