HOME

Home

Mulheres policiais: como é ser uma policial feminina?

Saiu no site ALFA CONCURSOS

 

Veja publicação original:   Mulheres policiais: como é ser uma policial feminina?

.

O mundo policial do lado feminino

.

 

Por Carolina Michelin

.

Ao longo dos anos as mulheres policiais se superam cada vez mais na busca de seu espaço. Mesmo atuando num universo predominantemente masculino, elas conseguiram quebrar as velhas barreiras culturais no que diz respeito à natureza do seu ofício e fazem valer suas escolhas profissionais.

.

Foi no ano de 1955, que a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SP) promoveu a primeira experiência do Brasil de inserção das mulheres nas atividades policiais, tornando-se, deste modo, um paradigma de modernização para as corporações policiais do país

.

.

Mulheres policiais

.

O quadro feminino da polícia existe há 60 anos. É algo “muito” novo dentro da realidade da PM. E por ser uma instituição predominantemente masculina, é muito difícil ser mulher. Porque, a princípio, quando as policiais entram (para a corporação) é só para trabalhar no serviço assistencial. Não saía na viatura para fazer rondas ostensivas.

.

.

Boa comunicação

.

Com a capacidade de comunicação, técnicas de convencimento e a imagem materna, as mulheres conquistaram seu espaço no segmento policial. Além disso, a imagem humanitária e igualitária que a mulher traz, faz com que a sociedade se identifique e se relacione melhor..

.

.

Vaidade

.

Hoje as mulheres se destacam seja como policial, delegada e tantas outras funções que realizam com prestação e atenção. E não pensem que a feminilidade é deixada de lado, porque não é! Mesmo com uniforme, no caso de alguns cargos, elas estão sempre arrumadas, maquiadas e bem vestidas. Mas isso, não tira sua autoridade e nem faz com que ela seja fraca!

.

Para você que tem o sonho de fazer parte desse mundo policial, mas tem outras obrigações que dificultam sua dedicação aos estudos. Não desanime, organize seus horários, se tem 2 horas por dia para se preparar, utilize-as, se tem 1 hora, perfeito, mas vale um estudo de qualidade do que em quantidade, lembre-se disso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME