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Polícia muda investigação de crime tratado como suicídio para feminicídio

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original:   Polícia muda investigação de crime tratado como suicídio para feminicídio

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Vítima era servidora da Secretaria de Educação e foi encontrada morta em casa, em Taguatinga. Se confirmado, esse pode ser o 14º feminicídio registrado desde o início do ano até agora

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Por Isa Stacciarini

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A Polícia Civil mudou a linha de investigação de um crime inicialmente tratado como suicídio para feminicídio. Em 29 de março, uma servidora pública aposentada da Secretaria de Educação, de 68 anos, foi encontrada morta, em casa, em Taguatinga Norte, com um cabo de USB enrolado no pescoço e uma sacola plástica na cabeça. Mas, há cerca de 20 dias, investigadores da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) descobriram que a vítima estava se relacionando com um rapaz mais jovem. Ele é considerado suspeito.

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A investigação demonstrou que o casal se conheceu em um site de relacionamento virtual e começou a marcar encontros na casa da vítima sem que a família da mulher soubesse. Depois da morte, familiares conseguiram acessar as mensagens trocadas pela aposentada com o suspeito e levaram os registros até os investigadores.

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A motivação para a morte é desconhecida, mas, para policiais, o caso pode ter relação com a questão de gênero. Se confirmado, esse pode ser o 14º feminicídio registrado desde o início do ano até agora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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