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Servidora é morta pelo marido, policial civil, dentro da Secretaria de Educação do DF

Saiu no site O GLOBO

 

Veja publicação original:  Servidora é morta pelo marido, policial civil, dentro da Secretaria de Educação do DF

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Logo após o crime, ocorrido na manhã desta segunda-feira (20/5), o homem tirou a própria vida.

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Uma servidora pública foi morta a tiros pelo marido dentro do prédio da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Logo após o crime, ocorrido na manhã desta segunda-feira (20/5), o homem, identificado preliminarmente como Sérgio Murilo do Santos, um policial civil, tirou a própria vida.

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Conforme relatos de testemunhas, o homem entrou no prédio e, momentos depois, o casal começou a discutir. Ele sacou a arma atirou contra a mulher e em seguida disparou um tiro em sua boca.

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Por meio do perfil no Twitter, o secretário de Educação, Rafael Parente, confirmou o crime ocorrido no local. “Houve um homicídio agora na nova Sede II, na 511 norte. Estou a caminho. A Caravana da Educação da Regional do Núcleo Bandeirante está suspensa. O primeiro relato é de que um homem matou a esposa e se suicidou”, escreveu.

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Ao Correio Braziliense, Isabel Helena Rabelo, 47 anos, também uma servidora da Secretaria, contou que a mulher morta pelo marido trabalhava no serviço de atendimento ao público, que foi aberto recentemente no local. Ainda de acordo come ela, para conseguir entrar no prédio, Sergio disse na portaria que precisava de um serviço prestado na área de trabalho da mulher. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas ao chegar no local as duas pessoas já estavam sem sinais vitais.

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O crime ocorreu no terceiro andar do prédio da Secretaria. A unidade é nova e estava em funcionamento há apenas uma semana. Todas as atividades no local foram suspensas.

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Mulher morta pelo marido era servidora desde 2001

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A vítima, identificada como Débora Tereza Correia, 43 anos, era servidora da Educação desde 2001; ela ja atuou em escolas e na  Escola de Formação Eape. Atualmente Débora trabalhava na Subsecretaria de Gestão de Pessoas, na diretoria de cadastro da pasta.

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Servidora é morta pelo marido, policial civil, dentro da Secretaria de Educação do DF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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