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Cineasta é impedida de levar filho ao Festival de Cannes e protesta

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original:    Cineasta é impedida de levar filho ao Festival de Cannes e protesta

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Diretora do filme “Hurt By Paradise”, que participa do Festival de Cannes, Greta Bellamacina denunciou a organização do evento por ter impedido que ela levasse seu filho de quatro meses.

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Em um comunicado oficial, a artista britânica declarou que se sentiu “ofendida com a atitude antiquada”. “Como se as diretoras de cinema precisassem de mais obstáculos para conquistar igualdade na indústria”, diz.

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Na quarta (15), “após muito estresse”, ela e seu filho foram autorizados a entrar na área credenciada, porém seria cobrado um passe especial ao valor de 300 euros. Após Greta dizer que iria pagar a taxa, ela foi avisada que demoraria 48 horas para “processar a solicitação”.

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“Ironicamente, meu filme é sobre uma mãe solteira jovem tentando balancear sua vida como escritora”, lembrou a diretora.

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Em resposta ao caso, a organização de Cannes disse que a recusa à entrada foi um erro e que o festival estava trabalhando para corrigir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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