HOME

Home

Apalpão em mulheres dá dois anos de prisão e dois mil euros de multa

Saiu no site DIÁRIO DE NOTÍCIAS – PORTUGAL

 

Veja publicação original:  Apalpão em mulheres dá dois anos de prisão e dois mil euros de multa

.

Os factos ocorreram em 5 de agosto, em Barcelona. O arguido também foi condenado a indemnizar em mil euros cada uma das duas mulheres que apalpou.

.

O Tribunal Superior da Catalunha condenou um homem (que responde às iniciais de MGG) a dois anos de prisão por ter apalpado duas mulheres. A sentença, revelada pelo site espanhol El Confidencial, determina também para o homem uma inibição eleitoral passiva (isto é, não pode ser eleito para cargos públicos) durante o mesmo período, e ainda ao pagamento das custas e de mil euros a cada uma das mulheres.

.

Os factos ocorreram na madrugada de 5 de agosto, numa rua de Barcelona, quando o autor, que não tinha antecedentes criminais, abordou as duas mulheres (uma com apenas 15 anos), agarrando-as nos glúteos “com força” e fugindo de seguida. Os autos dizem que o agressor estava naquele momento sob uma “desordem (de origem afetiva) dissociativa (leve)”, tendo sido sujeito a ações terapêuticas.

.

MGG foi acusado de dois crimes de abuso sexual, cujas penas de prisão podem ir de um a três anos de prisão. Foi sentenciado em um ano de prisão por cada um dos dois crimes cometidos.

.

A acusação recorreu dizendo que a indemnização de mil euros que terá de pagar a cada uma das vítimas é “insuficiente”. Alegou, nomeadamente, que depois do acontecido a vítima de 15 anos “não pode aproveitar plenamente suas férias de verão” dado que “o medo que causou tudo o que lhe aconteceu a levou a sair de casa sempre acompanhada”. O recurso foi rejeitado.

.

Por sua vez, o Ministério Público também apresentou outro recurso, mas desta vez para pedir um mínimo de um ano de liberdade vigiada para o ofensor. O tribunal rejeitou dado que o agressor não tinha antecedentes criminais e o seu comportamento foi “unitário”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME