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Em depoimento, João de Deus afirma não lembrar das mulheres que o acusam

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original:  Em depoimento, João de Deus afirma não lembrar das mulheres que o acusam

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O médium foi interrogado pelo Ministério Público sobre três denúncias de violência sexual

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Nesta quarta-feira (26), o médium João de Deus foi interrogado pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) sobre as denúncias de violência sexual contra ele. No depoimento, ele afirmou que não se lembrava das mulheres que o acusavam, segundo seus advogados, Alberto Toron e Alex Neder. Ele voltou a negar que tenha abusado de mulheres que buscavam atendimento espiritual na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia (GO).

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“Ele disse que não se lembrava de quem eram as vítimas, ressaltou que atendida muitas pessoas e que era impossível lembrar pelo nome, até porque não foi mostrada nenhuma foto”, afirmou Toron, de acordo com apuração do G1.

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Segundo o advogado, o MP fez perguntas sobre três casos em especifico, não questionando sobre as armas, pedras preciosas e quantias de dinheiro encontradas em endereços ligados ao médium. João de Deus está detido na Casa de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO).

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A partir de força-tarefa para receber as denúncias, o MP já recebeu cerca de 600 mensagens ligadas ao caso, boa parte delas contendo denúncias contra João de Deus. O órgão já coletou 80 depoimentos de mulheres.

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A Polícia Civil do estado também estabeleceu força-tarefa, tendo recebido 16 denúncias e aberto nove inquéritos. Em um inquérito concluído, ele é indiciado por violação sexual mediante fraude. Nesta quarta-feira (26), a corporação também ouve depoimento da esposa do médium, Ana Keyla Teixeira.

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O MP pretende unir o inquérito concluído pela Polícia Civil com outros relatos para oferecer a primeira denúncia contra João de Deus ainda nesta semana, já que o prazo para que o documento seja entregue ao Poder Judiciário se encerra no domingo (30).

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*Com informações da EBC e do G1. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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