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Mulher pula do 4º andar após ser ameaçada de morte por ex-marido

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original: Mulher pula do 4º andar após ser ameaçada de morte por ex-marido

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Na queda, a vítima quebrou o telhado da garagem e sofreu diversas fraturas pelo corpo

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Uma mulher de 39 anos ficou ferida após pular da janela do apartamento, localizado no quarto andar, de um prédio em Ribeirão Preto (SP). O motivo seria para se livrar de supostas agressões praticadas pelo ex-companheiro. Ele estava armado e tentava matá-la.

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O caso aconteceu na manhã de quarta-feira (19) e ela segue internada na sala de traumas na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE) em Ribeirão Preto. O quadro clínico é estável.

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Na queda, a vítima quebrou o telhado da garagem e sofreu fraturas nos dois tornozelos, na coluna e no crânio, além de escoriações pelo corpo.

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Segundo o G1, uma vizinha da vítima, a dona de casa Teresinha Nascimento de Moura, contou que ouviu a mulher relatando aos bombeiros, ao ser socorrida, que o ex-companheiro invadiu o apartamento no momento em que ela saía para trabalhar.

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Aos policiais militares que atenderam a ocorrência, a mulher contou que durante o processo de separação ficou acordado que ela ficaria com o apartamento e o ex-marido com o carro da família. O homem usou esse veículo para entrar no condomínio livremente na manhã de quarta-feira (19).

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De acordo com a Polícia Civil, a Justiça já havia determinado medidas protetivas à vítima, porque o suspeito não aceitava o fim do casamento. O homem fugiu e ainda não foi localizado.

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O suspeito deve responder por crime de tentativa de homicídio e violência doméstica. A Polícia Civil já pediu exame de corpo de delito, que deve ser realizado pela equipe do Instituto Médico Legal (IML).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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