HOME

Home

Para MP-SP, funcionários de João de Deus eram coniventes

Saiu no site O ANTAGONISTA

 

Veja publicação original:  Para MP-SP, funcionários de João de Deus eram coniventes

.

Pelo menos dez mulheres ouvidas pelo MP-SP afirmaram que um grupo de funcionários de João de Deus era conivente com os abusos sexuais cometidos durante as sessões do médium, relata O Globo.

.

Os relatos são colhidos por uma força-tarefa montada em São Paulo para dar suporte às investigações do caso, sob responsabilidade do MP-GO.

.

“Das 21 vítimas que ouvimos até aqui, praticamente metade mencionou que pessoas que trabalhavam há muito tempo no templo tinham conhecimento do que ocorria e nada faziam para evitar os abusos”, relatou a promotora Gabriela Manssur.

.

“Estamos repassando todas as informações adiante”, acrescentou ela.

 

 

 

 

 

 

 

 

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Últimas Notícias

Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

Categorias

HOME