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Maju diz que não quer ter filhos: “Não sei explicar, é de dentro”

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA

 

Veja publicação original: Maju diz que não quer ter filhos: “Não sei explicar, é de dentro”

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Jornalista falou sobre o assunto durante entrevista nesta quinta (13)

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Maju Coutinho, apresentadora de meteorologia e do jornalismo da Rede Globo, afirmou em entrevista que ser mãe não está nos seus planos. A revelação foi feita durante uma conversa no programa “Papo de Almoço”, da Rádio Globo, nesta quinta-feira (13).

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“Eu não tenho vontade de ser mãe. Mas gosto de crianças, porque, às vezes, tem essa ideia [que quem não quer engravidar não gosta de crianças]. Não tem nada a ver. Eu gosto delas e elas gostam de mim. Mas é outro lance, não sei explicar muito bem o que é. Não sinto vontade de ser mãe. É de dentro”, afirmou durante a entrevista.

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Anteriormente, a jornalista já havia falado ao Uol sobre ter filhos: “A gente está bem tranquilo em relação a isso. Se for acontecer, tudo bem, um dia a gente pode ter. Mas não estamos apressados.”

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Maju Coutinho está casada há oito anos – e com 13 anos de relacionamento – com o publicitário Agostinho Paulo Moura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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