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Nina Silva, fundadora do movimento Black Money palestra sobre microeconomia para mulheres em Porto Alegre

Saiu no site INSTITUTO GELEDÉS

 

Veja publicação original:  Nina Silva, fundadora do movimento Black Money palestra sobre microeconomia para mulheres em Porto Alegre

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Executiva em TI há mais de 16 anos, Nina foi reconhecida em 2018 como uma das 100 afrodescendentes mais influentes do mundo. Ingressos podem ser adquiridos pela internet.

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JA Ideias: criadora do Movimento Black Money fala sobre empreendedorismo negro no Brasil

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A executiva em TI Nina Silva, fundadora do movimento Black Money, está em Porto Alegre nesta terça-feira (11), pela primeira vez, para palestrar sobre microeconomia e seus impactos na economia do país.

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“É você agir localmente para impactar globalmente, você agir dentro daquele grupo que está sendo marginalizado para que aquele grupo se fortaleça e possa também atingir melhores números”, define Nina sobre o conceito de microeconomia.

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O evento, voltado para mulheres, também vai lançar um olhar focado no Black Money, que tem o objetivo de incentivar o afroempreendedorismo. O movimento tem como principal função estimular a inovação entre empreendedores e jovens negros para a criação de diferenciais competitivos no mercado.

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“Conectar consumidores com empreendedores negros. Os empreendedores negros são 51% da população empreendedora no Brasil. E os consumidores negros vêm consumindo, em 2017, R$ 1.6 trilhão. Então, como a gente faz com que esses empreendedores consugam chegar nesses consumidores e, assim, não precisar, por exemplo de crédito em instituições financeiras”, explica Nina.

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A conversa será norteada por algumas questões relacionadas à independência das mulheres, a influência da tecnologia para a economia do futuro e a novos perfis de consumo gerados a partir dos movimentos microeconômicos, quando grupos oprimidos se unem para trocar entre si.

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“Se não me vejo, não compro. Onde tem a diversidade, onde tem a representatividade, é onde nós realmente consumimos de forma consciente”, alerta. E esse consumo consciente pode impactar em toda e qualquer empresa. “Consumir de quem está incluindo pessoas negras em diferentes cargos, porque não é só na base, a gente precisa estar também em cargos de estratégia e influência”, acrescenta.

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A conversa será no espaço Nuwa, na rua Augusto Pestana, 153. Após o talk show, que começa às 19h30, haverá um momento aberto para perguntas e discussões.

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O evento é gratuito para assinantes dos planos Work Base & Social Club. Para os não assinantes, o ingresso custa R$ 40, com desconto para estudantes e integrantes do Instituto Voo das Borboletas e da Rede Mulheres do Brasil/Reafro. Para comprar, clique aqui.

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Executiva em TI há mais de 16 anos, Nina é uma das fundadoras do Movimento Black Money, que tem o objetivo de incentivar o ecossistema afroempreendedor. É sócia fundadora da fintech D’Black Bank, Project Manager Lead na ThoughtWorks e foi reconhecida em 2018 como uma das 100 afrodescendentes mais influentes do mundo, pela MIPAD.

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No mesmo ano, foi indicada como um dos 50 profissionais de tecnologia para serem seguidos no Brasil. Escritora com obras publicadas, é mentora de profissionais e empreendedores.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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