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Mulher abusada por João de Deus comete suicídio, afirma ativista

Saiu no site CORREIO BRAZILIENSE

 

Veja publicação original: Mulher abusada por João de Deus comete suicídio, afirma ativista

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A informação foi passada pela ativista Sabrina Bittencourt, que recebeu as primeiras denúncias contra João de Deus

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Uma das mulheres que acusou João de Deus de abuso sexual teria cometido suicídio após saber que ele retomou o trabalho nesta quarta-feira (12/12), pela manhã. A informação foi concedida pela ativista Sabrina Bittencourt à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.

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A ativista social, que recebeu as primeiras denúncias contra João de Deus, disse que foi orientada pelo advogado a não dar mais detalhes sobre a morte, afirmou apenas que a família da mulher que se matou nunca acreditou em seus relatos, pois eram seguidores do médium. Bittencourt entrou em choque com a notícia e está tomando remédios desde então.

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O Ministério Púbico de Goiás montou nesta segunda uma força tarefa para investigar as denúncias de abuso sexual que teriam sido cometidas pelo médium, que atende na cidade de Abadiânia. Em dois dias, 200 relatos foram reunidos.

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Na manhã desta quarta-feira, 12, o médium fez uma visita tumultuada no Centro Dom Inácio de Loyola. Num rápido pronunciamento, disse que era inocente e que estaria à disposição da Justiça. Foi a primeira aparição pública do médium depois que mulheres vieram a público acusá-lo de abuso sexual.

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As denúncias afetaram o movimento da casa, onde atendimentos são realizados. Por volta das 8h30, cerca de 400 pessoas – incluindo crianças e duas pessoas de cadeiras de rodas – aguardam a chegada do líder espiritual. Isso representa um terço do movimento habitual.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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