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Oprah tira do ar vídeo de entrevista com João de Deus após casos de estupro

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original:   Oprah tira do ar vídeo de entrevista com João de Deus após casos de estupro

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Após as 78 acusações de estupro contra João de Deus, a apresentadora americana Oprah Winfrey tirou do ar de seu site e de seu canal no Youtube o vídeo de sua entrevista com o médium realizada em Abadiânia (GO) em 2012.

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“Devido à repercussão nacional e internacional do caso, nós convocamos as celebridades brasileiras e internacionais como a Oprah Winfrey a se manifestarem publicamente a favor das vítimas”, disse em entrevista à Universa nesta terça (11) a ativista social internacional Sabrina Bittencourt, que está mobilizando há três meses o recolhimento de relatos de denúncias anônimas de vítimas de abusos sexuais por parte de João de Deus e outros líderes espirituais, tais como Prem Baba.

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“O João de Deus só se transformou nesse mito por causa da Oprah. Antes da chegada dela no Brasil, ele não tinha um esquema tão organizado de guias turísticos que trazia grupos de estrangeiros a Abadiânia. A partir da Oprah, outras celebridades começaram a conhecer o João de Deus”, explicou.

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Oprah Winfrey é uma voz importante da luta pelos direitos das mulheres nos EUA, e um dos membros fundadores do #TimesUp, iniciativa que oferece apoio a mulheres que foram abusadas sexualmente, moralmente ou sofreram discriminação de gênero em seu ambiente de trabalho.

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O grupo, criado após a repercussão das denúncias de abuso sexual contra o produtor de cinema Harvey Weinstein em 2017, oferece suporte legal e social às sobreviventes.

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“Precisamos que as celebridades se manifestem independente de sua crença porque ‘mexeu com uma, mexeu com todas’ tem que servir para todas as mulheres, não só para as colegas. A gente conseguiu com a produção dela que fosse retirado o vídeo em que ela entrevista o João de Deus. Mas precisamos que ela se manifeste para evitar que mais mulheres estejam em risco”, concluiu Sabrina.

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Universa procurou a assessoria de imprensa da apresentadora Oprah Winfrey e ainda não obteve resposta.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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