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Essas mulheres salvaram uma jovem de ser estuprada por seu “melhor amigo”

Saiu no site UNIVERSA

 

Veja publicação original: Essas mulheres salvaram uma jovem de ser estuprada por seu “melhor amigo”

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No Facebook, Sonia Ulrich dividiu com seus seguidores como ela, sua namorada, Monica, e a amiga Marla impediram uma jovem de ser abusada em um restaurante nos Estados Unidos, em que curtiam o happy hour.

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Na narrativa compartilhada na rede social, Sonia conta que tudo começou quando Monica notou algo estranho acontecendo entre um casal que estava próximo a elas.

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“Monica, Marla e eu estávamos no restaurante Fig no Fairmont para o nosso happy hour. Em determinado momento, eu estava falando sobre algo e percebi que Monica estava olhando para trás e fazendo uma cara engraçada. Então parei e perguntei. ‘O que está acontecendo?’. Depois de alguns segundos, ela disse: ‘Aquele cara acabou de colocar algo na bebida da garota que está com ele'”, lembra.

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A partir desse momento, elas começaram a se questionar sobre o que fariam para ajudar a garota naquela situação. Foi quando decidiram intervir na situação, conversando com a menina durante uma de suas idas ao banheiro.

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“Me sentindo desconfortável, me apoiando na pia do banheiro, esperei que ela terminasse o que estava fazendo e me aproximei. ‘Ei! Isso é meio estranho, mas nós vimos o cara com quem você estava colocar algo na sua bebida'”, alertou.

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A surpresa aconteceu quando Sonia perguntou se ela conhecia o rapaz “o bastante” para confiar no que ele poderia ou não estar fazendo.

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“‘Você conhece aquele cara?’. Eu estava esperando ouvir: ‘Acabamos de nos conhecer’, mas ela disse: ‘Sim, ele é um dos meus melhores amigos’. Merda. Sim. Um de seus melhores amigos. Eles se conheciam há um ano e meio. Eles inclusive trabalhavam juntos.”

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Depois de esclarecer a situação, Sonia e suas amigas comunicaram a gerência do restaurante sobre o que estava acontecendo, enquanto a garota ainda estava lá, sentada ao lado dele, pensando sobre o que estava acontecendo.

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“Levou apenas um minuto para o gerente ir até a mesa, ver se tudo estava tudo bem e oferecer uma água com gás para a menina. Tudo de forma agradável. Então ele voltou, parou na nossa mesa e disse que não podia fazer muito porque não viu acontecer. Mas que tinha notificado a segurança sobre o ocorrido”.

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Durante esse tempo, as três mulheres ficaram observando o rapaz empurrar a bebida para cima dela, induzindo brindes, a fim de fazer com que ela bebesse logo e pudesse leva-la para sua casa.

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“Nós queríamos pular e derrubar a taça, despejá-la, fazer alguma coisa! Eu estava fantasiando andar e exigir que ele bebesse a que estava batizada (…) Eventualmente, eles terminaram o jantar. Houve um atraso na hora de fechar a conta, pois ‘o sistema tinha caído'”.

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Polícia de Santa Monica
Imagem: Polícia de Santa Monica

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Durante esse momento de espera, o chefe da segurança se aproximou delas, alertando que a câmera de segurança tinha filmado tudo o que tinha sido testemunhado pelas três.

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“Eles o filmaram. Tinham provas de que ele estava drogando essa garota (…) Perguntamos à menina se ela tinha como voltar para a casa. ‘Meu carro está na casa dele. No prédio dele. Nós viemos juntos’. O que certamente fazia parte do plano dele. Ficamos impressionadas. Ela também ainda estava em choque”, relembrou.

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O rapaz, posteriormente identificado como Michael Hsu, de 24 anos, foi detido pela polícia de Santa Monica, nos Estados Unidos, e responderá por tentativa de estupro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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