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Homem é preso no metrô com câmera na mochila para filmar partes íntimas de mulheres

Saiu no site SÁBADO – PORTUGAL

 

Veja publicação original: Homem é preso no metrô com câmera na mochila para filmar partes íntimas de mulheres

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Mais uma vez, mulheres foram vítimas de assédio no metrô de São Paulo. Um homem de 32 anos usava a câmera de um celular escondida na mochila para filmar as partes de íntimas de passageiras usando saias e vestidos.

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O rapaz é taxista e foi descoberto por duas testemunhas, que suspeitaram da atitude e advertiram o homem. Ele colocava o aparelho dentro da mochila, em modo gravação. Com um pequeno buraco, gravava as partes íntimas de mulheres que estavam nas escadas rolantes do metropolitano.

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assediador colocava a mochila no chão e a encostava na perna das vítimas para capturar as imagens sem que fosse notado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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