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Importunação sexual é crime

Saiu no site NOVO TEMPO

 

Veja publicação original:  Importunação sexual é crime

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A importunação sexual passou a ser crime e deixou de ser uma simples contravenção penal. Isso quer dizer, que as penas foram aumentas, a lei se tornou mais rígida na tentativa de garantir uma melhor proteção as vítimas.

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Todos os dias, milhares de mulheres sofrem assédio no Brasil e no mundo// No Brasil, 42% das mulheres, disseram já ter sido vítimas do crime. E nem mesmo a presença de outras pessoas parece inibir os assediadores.

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Uma pesquisa do Instituto Datafolha revelou que quanto mais escolarizada é uma mulher, mais chances ela tem de denunciar os assédios. Nesta reportagem, você vai conhecer um pouco da história de uma advogada, que luta para provar na justiça, que foi assediada pelo chefe, no ambiente de trabalho. Ela representa a luta de muitas outras mulheres que são vítimas de importunação sexual, nos metrôs, nos trens, no trabalho e até dentro de casa.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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