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Libertadores feminina entra na semifinal com dois times do Brasil

Saiu no site R7

 

Veja publicação original:  Libertadores feminina entra na semifinal com dois times do Brasil

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Santos, de São Paulo, e Iranduba, de Manaus disputam título de competição continental com Colo-Colo, do Chile, e Atlético Huila, da Colômbia

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Por Carla Canteras

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Não é só a Libertadores masculina que está na fase decisiva. O torneio feminino vai conhecer o campeão no próximo dia 2. Com uma fórmula de disputa diferente, nesta quinta (29), acontecem os dois jogos das semifinais, na Arena da Amazônia, em Manaus. Atlético Huila e Iranduba jogam às 20h. Santos e Colo-Colo se enfrentam às 22h30.

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O torneio de 2018 é a décima edição da Libertadores feminina. Diferente da disputa entre os homens, a competição das mulheres acontece em uma única sede, por aproximadamente 15 dias. Neste ano, os jogos são preferencialmente na Arena Amazônia — duas rodadas da primeira fase foram disputadas no campo do Clube do Trabalhador para preservar o gramado do estádio principal.

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Desde do último dia 18, 12 equipes de Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Equador, Uruguai, Bolívia, Venezuela e Paraguai, disputaram 16 partidas, da primeira fase. Os times foram divididos em três grupos. Os campeões de cada chave e o melhor segundo colocado passaram para a semifinal.

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Rosana é um dos destaques das Sereias da Vila
Rosana é um dos destaques das Sereias da Vila
Pedro Ernesto Guerra Azevedo/divulgação Santos FC

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Favoritismo

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O Santos é o favorito ao título, que já conquistou duas vezes, em 2009 e 2010. As Sereis da Vila formam o único time que está com 100% de aproveitamento: três jogos e três vitórias.

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O destaque entre as santistas é a meia Rosana, medalhista olímpica em Atenas 2004 e Pequim 2008. Aos 36 anos, a capitã do time voltou na última rodada da primeira fase depois de ficar dois meses parada por causa de contusão.

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“Sofri poucas lesões na minha vida e, em todas, as recuperações foram muito boas e rápidas. Claro que é muito difícil estar 100% depois de ficar se recuperando por quase dois meses. Mas me senti bem contra o Sport Girls e criei uma expectativa muito boa para a sequência da competição”, afirmou Rosana, ao site do Santos.

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Iranduba tem a pior campanha da primeira fase
Iranduba tem a pior campanha da primeira fase
Divulgação Iranduba

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De convidado à semifinalista

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O Iranduba, de Manaus, entrou na Libertadores como convidado do país anfitrião do torneio. Na primeira fase conseguiu uma vitória e dois empates. Se classificou como primeiro do Grupo C, mas tem a pior campanha entre os semifinalistas.

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De acordo com Igor Cearense, técnico do time, questões emocionais fizeram com que o time não conseguisse uma campanha melhor.

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“A ansiedade foi um problema em todos os jogos. Sempre peço para elas que tenham calma pra definir. Precisamos melhorar isso e acertar as finalizações. Temos muito para melhorar.”

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Colo-colo vai pegar o Santos na Semifinal

Divulgação Colo-colo

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As gringas

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Entre os times estrangeiros estão o conhecido Colo-Colo, do Chile. As adversárias do Santos na semifinal foram campeãs da Libertadores em 2012. Na primeira fase, estavam no Grupo B e se classificaram como melhor segundo lugar, com duas vitórias e uma derrota.

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Jogadoras do Atlético Huila comemoram classificação

Divulgação Atlético Huila

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Já o time amazonense vai enfrentar o vencedor do Grupo A, o Atlético Huila, da Colômbia. As colombianas conseguiram duas vitórias e uma derrota. O grande feito do Atlético foi eliminar o Audax, time brasileiro que é o atual campeão da Libertadores.

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Premiação

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Enquanto a Libertadores masculina distribui aproximadamente R$ 23 milhões ao campeão, e R$ 11 milhões ao vice, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) não divulga a premiação feminina.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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