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Homem mata ex-esposa e é capturado caminhando tranquilamente na rua

Saiu no site INSTITUTO GELEDÉS

 

Veja publicação original: Homem mata ex-esposa e é capturado caminhando tranquilamente na rua

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Homem que matou ex-esposa é capturado por parentes da vítima que estavam indo para o velório. Autor do crime estava caminhando na rua tranquilamente, como se nada tivesse acontecido

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Vanclécio Cordeiro foi preso nesta terça-feira (20) no Rio de Janeiro. Ele assassinou a ex-esposa, Fernanda Siqueira, com golpes de facada no peito.

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Apesar de ter matado a mulher, o homem estava foragido e foi encontrado por familiares da vítima que estavam indo para o velório dela. Eles o perseguiram, o seguraram e chamaram a polícia.

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“Eu, meu irmão e meu filho o avistamos andando na rua tranquilamente, como se nada tivesse acontecido. Nós paramos o carro e saímos correndo atrás dele. Quando eu cheguei, ele estava escondido embaixo de um carro. Chamei a polícia”, disse Orlando Nunes, primo de Fernanda.

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A primeira pergunta que ele fez: ‘Como ela está? Eu não queria fazer isso, como é que ela está?’. É um conforto para família saber que ele está preso e que agora a justiça vai ser feita” destacou Orlando.

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“Ele já desceu para matá-la com a chave do carro para fugir. Disse que, após abandonar o veículo, deixou o celular dentro do carro porque sabia que poderia ser localizado pelo aparelho. Passou a noite sob um viaduto com moradores de rua, que chegaram a alimentá-lo. Na manhã desta terça, ele pretendia ir de ônibus até a casa de um irmão, em Vila Vintém. Mas a família da vítima o pegou antes”, explicou o delegado Luiz Otávio Franco.

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Segundo familiares que assistiram ao crime, ele tentou fugir do local de carro, mas perdeu a direção e chegou a invadir uma pista do BRT. Em seguida, Vanclécio fugiu a pé e deixou o celular para trás.

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“Ele começou a beber, do nada e veio. Ela disse: tia, ele tá com uma cara feia, quando eu fui olhar, assim, foi tão rápido. Ela correu, eu fui atrás dela. Aí, ela estava cheia de sangue, ela me abraçou, e começou já a desfalecer. A gente botou ela na cadeira, fiquei toda cheia de sangue, fiquei com ela abraçada”, contou Jane de Souza, tia de Fernanda.

 

 

 

 

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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