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Giselle Itié não aceita ter foto de nu artístico removida do Instagram

Saiu no site REVISTA CLÁUDIA:

 

Veja publicação original: Giselle Itié não aceita ter foto de nu artístico removida do Instagram

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Características rejeitadas pelas diretrizes do aplicativo não estão presentes na imagem publicada pela atriz

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O corpo feminino é alvo de muita censura no Instagram. Preocupados com conteúdos de teor sexual, o aplicativo costuma bloquear imagens artísticas de mulheres celebrando seus corpos. A atriz Giselle Itié, 36 anos, no entanto, não se conformou ao ter uma foto deletada da plataforma e voltou a publicá-la.

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Na imagem, ela aparece submersa em uma água de azul ciano intenso. Seu corpo está nu, mas de lado, sem mostrar detalhes íntimos. Além disso, os mamilos – que são automaticamente identificados pelo Instagram ao escanear imagens de mulheres de peito nu para deletá-las – não aparecem.

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Enquanto a legenda original dizia “Dead pero truly happy” (“morta, mas verdadeiramente feliz”, em uma mistura de inglês e espanhol), o repost veio acompanhado de “(and angry) Ahhaha… quem denunciou a minha imagem?!” (“e brava”, em inglês).

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Antes de depois de voltar a publicar a imagem, ela compartilhou uma captura de tela da mensagem de remoção da imagem original. “Removemos sua publicação porque ela não está em conformidade com nossas Diretrizes da Comunidade“, diz o aviso.

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Nas diretrizes do Instagram, eles pedem para que nudez associada a “relações sexuais, genitais e close-ups de nádegas totalmente expostas” não seja publicada. “Isso também inclui algumas fotos de mamilos femininos, mas as fotos de cicatrizes causados por mastectomia e mulheres amamentando são permitidas.”, completa a mensagem. No entanto, nada disso se encontra na fotografia publicada pela atriz.

 

 

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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