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1º Fórum de Debate sobre Violência contra a Mulher

No dia 25 de novembro participamos do 1o. Fórum de Debate sobre Violência contra a Mulher, um movimento que capacita  lideranças comunitárias para acolher, apoiar e orientar as mulheres vítimas de violência em seus bairros. Elas acompanham e solucionam os casos, ajudando a criar espaços de convivência e troca de experiências entre as mulheres, e garantindo o seu encaminhamento à rede de apoio local: delegacia, defensoria pública, Centro de Referência da Mulher, Casa de Apoio, Juizado Especial da Mulher, etc. As mulheres que chegam desorientadas, com medo, muitas vezes vergonha, adquirem confiança nas agentes Bem Querer Mulher, e conseguem se empoderar, tendo suas vidas totalmente transformadas.

Para maiores informações clique aqui

 

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Transcrição A bióloga e advogada Bertha Lutz nasceu em 1894, filha da enfermeira Amy Fowler e do cientista Adolfo Lutz. Fez parte de seus estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris e depois de formada atuou na área de botânica do Museu Nacional até 1964. Sempre participou em causas sociais envolvendo direitos das mulheres, sendo presidente da Federação Brasileira para o Progresso Feminino. Em sua homenagem, todos os anos o Senado entrega o Diploma Berta Lutz a personalidades que se destacam na defesa de direitos das mulheres e das questões de gênero. Em 2003, na primeira edição do prêmio, a então senadora Emília Fernandes, do Rio Grande do Sul, ressaltou o pioneirismo de Bertha em diversas áreas. Emília Fernandes – A mulher cidadã Bertha Lutz, advogada e bióloga que se diplomou em tempo no qual a mulher não tinha outra opção além de tornar-se dona de casa e gerar numerosa prole. Foi uma mulher muito à frente de seu tempo, um tempo de nefasta opressão que, além de negar acesso às instâncias formais de poder, reprimia de maneira terrível todas aquelas mulheres que tentassem romper as barreiras impostas por uma sociedade marcada por valores machistas. Bertha Lutz fez parte do grupo conhecido como sufragistas brasileiras que teve como conquista o voto feminino no país em 1932. Foi a segunda mulher a ser deputada federal no Brasil em 1936. Bertha ainda fez parte da delegação brasileira em 1945 que participou da construção da Carta das Nações Unidas. Ela faleceu em 16 de setembro de 1976.

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